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	Comentários em: Um novo paradigma de competitividade	</title>
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		<title>
		Por: José Alvarenga		</title>
		<link>https://blogeconomistas.pt/um-novo-paradigma-de-competitividade/#comment-89</link>

		<dc:creator><![CDATA[José Alvarenga]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Feb 2025 18:37:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O artigo apresenta uma visão interessante sobre a relação entre o Estado e o setor privado na competitividade, mas há uma questão fundamental que precisa de ser debatida: será que o Estado não é um problema em si mesmo? Historicamente, onde quer que o Estado tenha intervindo, a longo prazo, não se tornaram evidentes problemas de ineficiência, burocracia excessiva e captura por interesses particulares? Se a competitividade depende de um ambiente propício ao crescimento, não será a excessiva intervenção estatal um entrave mais do que um facilitador?
Se olharmos para os modelos históricos, o capitalismo financeiro dos EUA demonstrou ser, até à data, o mais eficiente. A capacidade de alocar capital de forma dinâmica, impulsionar a inovação e permitir o crescimento de grandes corporações sustentou a supremacia económica americana. 

Mas qual é o problema central do capitalismo? A desigualdade estrutural e a tendência para uma acumulação que beneficia sistematicamente os mais ricos, reduzindo a mobilidade social e enfraquecendo o crescimento de longo prazo.

A solução? Um modelo de capitalismo financeiro de cariz popular, na linha do que foi defendido por Thatcher e Reagan: um sistema onde uma maior percentagem da população tem acesso real aos mercados financeiros, beneficiando diretamente da criação de riqueza e do crescimento das empresas. Tendencialmente, todos terem capital a trabalhar para seu proveito. 

O verdadeiro desafio para a UE não é apenas melhorar a competitividade, mas sim criar um mercado de capitais europeu ao nível – ou superior – ao dos EUA, permitindo que os cidadãos participem ativamente na economia através da poupança e do investimento.
No entanto, este modelo enfrenta um obstáculo fundamental: a falta de educação financeira generalizada. Sem um esforço massivo para capacitar a população na gestão dos seus ativos e investimentos, o risco é que apenas uma minoria continue a beneficiar, perpetuando os problemas do capitalismo tradicional. Assim, a verdadeira revolução competitiva para a Europa e para Portugal pode não estar apenas na eficiência produtiva, mas sim na democratização do acesso ao capital e na criação de um sistema onde todos possam prosperar.

Tal como podemos concluir do livro The Intelligent Asset Allocator, de William Bernstein, &quot;Everybody’s grandchildren ought to be rich&quot;, qualquer neto de alguém que poupe e invista de forma ajuizada poderá ser rico. O poder dos juros compostos, aliado a uma gestão eficiente de ativos, demonstra que a acumulação de riqueza não é uma questão de sorte, mas sim de disciplina e visão de longo prazo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O artigo apresenta uma visão interessante sobre a relação entre o Estado e o setor privado na competitividade, mas há uma questão fundamental que precisa de ser debatida: será que o Estado não é um problema em si mesmo? Historicamente, onde quer que o Estado tenha intervindo, a longo prazo, não se tornaram evidentes problemas de ineficiência, burocracia excessiva e captura por interesses particulares? Se a competitividade depende de um ambiente propício ao crescimento, não será a excessiva intervenção estatal um entrave mais do que um facilitador?<br />
Se olharmos para os modelos históricos, o capitalismo financeiro dos EUA demonstrou ser, até à data, o mais eficiente. A capacidade de alocar capital de forma dinâmica, impulsionar a inovação e permitir o crescimento de grandes corporações sustentou a supremacia económica americana. </p>
<p>Mas qual é o problema central do capitalismo? A desigualdade estrutural e a tendência para uma acumulação que beneficia sistematicamente os mais ricos, reduzindo a mobilidade social e enfraquecendo o crescimento de longo prazo.</p>
<p>A solução? Um modelo de capitalismo financeiro de cariz popular, na linha do que foi defendido por Thatcher e Reagan: um sistema onde uma maior percentagem da população tem acesso real aos mercados financeiros, beneficiando diretamente da criação de riqueza e do crescimento das empresas. Tendencialmente, todos terem capital a trabalhar para seu proveito. </p>
<p>O verdadeiro desafio para a UE não é apenas melhorar a competitividade, mas sim criar um mercado de capitais europeu ao nível – ou superior – ao dos EUA, permitindo que os cidadãos participem ativamente na economia através da poupança e do investimento.<br />
No entanto, este modelo enfrenta um obstáculo fundamental: a falta de educação financeira generalizada. Sem um esforço massivo para capacitar a população na gestão dos seus ativos e investimentos, o risco é que apenas uma minoria continue a beneficiar, perpetuando os problemas do capitalismo tradicional. Assim, a verdadeira revolução competitiva para a Europa e para Portugal pode não estar apenas na eficiência produtiva, mas sim na democratização do acesso ao capital e na criação de um sistema onde todos possam prosperar.</p>
<p>Tal como podemos concluir do livro The Intelligent Asset Allocator, de William Bernstein, &#8220;Everybody’s grandchildren ought to be rich&#8221;, qualquer neto de alguém que poupe e invista de forma ajuizada poderá ser rico. O poder dos juros compostos, aliado a uma gestão eficiente de ativos, demonstra que a acumulação de riqueza não é uma questão de sorte, mas sim de disciplina e visão de longo prazo.</p>
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		<title>
		Por: A Rebelo de Sousa		</title>
		<link>https://blogeconomistas.pt/um-novo-paradigma-de-competitividade/#comment-72</link>

		<dc:creator><![CDATA[A Rebelo de Sousa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Feb 2025 09:45:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Muito bom. Se acordo. ARS]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito bom. Se acordo. ARS</p>
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