A dívida americana, um risco acrescido para o Ocidente Global

Será que Paul Krugman tem razão quando diz, face à guerra no Golfo, que o maior problema pode até ser uma grave crise financeira global e, menos, uma crise energética, porque, hoje, o Golfo mudou e é muito mais um centro financeiro, de viagens e turismo…?
A Armadilha do Bom Serviço: Portugal entre o Turismo e a Ilusão Tecnológica

Há um exercício que faço com os meus alunos no primeiro ano da faculdade. Peço-lhes que listem as dez maiores empresas portuguesas por volume de faturação.
Os BRICS no declínio do Ocidente

A era pós-americana está em marcha com os BRICS a balizar um contributo decisivo na mudança de paradigma da governação mundial.
Condecoração das Ordens Profissionais

Ao longo dos seus mandatos, o Presidente da República demonstrou atenção e compreensão da importância destas instituições no equilíbrio do sistema económico e social.
Um ecossistema de proteção civil

O que se passou com a resposta aos efeitos das sucessivas intempéries que assolaram vastas zonas do País não é nada de estranhar tendo em conta a experiência vivida nas duas, três últimas décadas, em que a ineficiência, na prevenção e na intervenção, foi a tónica dominante.
Resiliência económica: como lidar com novas catástrofes

Portugal habituou-se a reagir às catástrofes naturais como se fossem acontecimentos excecionais. No entanto, a frequência crescente de fenómenos extremos – tempestades, incêndios, secas prolongadas ou cheias súbitas – demonstra precisamente o contrário: o risco climático deixou de ser episódico para se tornar estrutural.
União Europeia, uma economia política dos comuns

Sempre foram, como sabemos, os fatores externos a determinar os grandes momentos do projeto europeu. Hoje, os riscos globais e as crises iminentes abundam: os eventos climáticos, os fluxos migratórios, os estados falhados, o terrorismo internacional, as guerras do Médio Oriente e do Norte de África, a guerra russo-ucraniana, as guerras tarifárias, os próximos alargamentos, as recessões e as crises domésticas de instabilidade governativa, para citar apenas alguns.
O mundo cansado do dólar americano

Jeffrey Sachs, um dos economistas mais influentes da actualidade, antecipou recentemente que a relevância da hegemonia do dólar norte-americano cairá drasticamente nos próximos 10 anos, apontando 2035 para a sua banalização, ou seja, uma moeda ao nível de muitas outras.
O Rei vai nu! E a Europa?

Um mundo de fortalezas seria mais pobre, mais frágil e menos sustentável. O objetivo não deve ser cada país seguir o seu caminho isoladamente, mas sim reunir esforços para construir um novo estado de relações que transcenda a soma das partes envolvidas.
História e sabedoria: relembrar Bretton Woods e De Gaulle

Existem suficientes exemplos na História do pós-guerra em que a Europa se mostrou capaz de defender os seus próprios interesses, sem que isso tenha implicado qualquer quebra de relações e de solidariedade com o outro lado do Atlântico.